quinta-feira, 18 de agosto de 2016

"The Grand Beedapest Hotel" - um Hotel para abelhas inspirado no "Grand Budapest Hotel"


O post de hoje tem uma forte mensagem ecológica.
Como bons índios que somos, preocupa-nos e muito a degradação contínua da natureza.
beedapest-luxury bee hotel


A União Internacional para a Conservação da Natureza divulgou recentemente uma ‘lista vermelha’ de espécies em sério risco de extinção e lançou o alerta quanto às abelhas. 

Na Europa, uma em dez abelhas estão na lista vermelha. A consternação não tem a ver apenas com uma redução na biodiversidade. O problema é que as abelhas são responsáveis pela polinização das plantas, essencial para o seu ciclo de vida, para as culturas agrícolas e para a nossa alimentação.


Para os especialistas, o desaparecimento das abelhas deve-se a inúmeros factores de pressão ambiental, entre os quais as alterações climáticas, o uso intensivo de pesticidas nas culturas e a urbanização acelerada de algumas regiões na Europa.

Por isso, plantem flores, evitem pesticidas e ensinem os pequenos índios e cowboys a respeitar a natureza.

E se quiserem construir casinhas destas para as abelhas partilhem connosco as imagens!
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Esta casa surge de uma iniciativa de um dos maiores produtores de chá ingleses - Taylors Tea (afinal não há chá sem abelhas) em parceria com o Jardim Botânico de Kew Gardens  em Londres, um dos mais antigos e importantes a nível mundial.

Vejam o fantástico vídeo, partilhem , expliquem a importância das abelhas à crianças e deliciem-se com as imagens!





















sexta-feira, 27 de maio de 2016

"Winnie-the-Pooh and the Royal Birthday": uma nova aventura com o Príncipe George

Uma nova aventura  do Winnie-the- Pooh  foi lançada para comemorar o aniversário de 90 anos da Rainha de Inglaterra e de um dos urso mais famosos de sempre.

Para aqueles que pensavam que o Winnie era criação do Walt Disney, esqueçam...o Winnie é "very, very british" e podem conhecer toda a sua história aqui:  http://indiosecowboys.blogspot.pt/2013/04/tudo-sobre-o-urso-winnie-pooh.html

O primeiro livro Winnie-the- Pooh, escrito por AA Milne , foi publicado em Outubro de 1926 e a Rainha de Inglaterra era das maiores fãs em criança.

Nesta aventura intitulada "Winnie and the Royal Birthday", Winnie recebe uma carta do Palácio de Buckingham a pedir ajuda para as comemorações do aniversário da Rainha.
Winnie e os seus amigos inseparáveis correm para Londes nesta missão tão especial.

E como promovem tão bem esta cidade única..até os seus meios de transporte. Uma pena não termos nenhuma personagem de literatura infantil portuguesa mundialmente reconhecida para fazer a mesma promoção de Portugal.

As ilustrações deliciosas são de E.H. Shepard.
E o melhor da história?
A participação especial do Príncipe George e da própria Rainha...
Ah, e a história está disponível para download gratuito aqui









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quinta-feira, 19 de maio de 2016

Receitas para piquenique: tiramisú em copo


Agora que o bom tempo finalmente parece querer ficar (bater na madeira que já não se aguenta mais chuva), chegou o tempo dos piqueniques!

                                

Sejam piquenique a 2, em família, com amigos, seguem 2 receitas perfeitas para um piquenique na praia, no campo ou mesmo no chão da sala num dia de chuva.


A receita para as sanduíches é quase ridícula de tão fácil:

Ciabatta com mozarella, rúcula, tomate cherry e vinagre balsámico

1. comprar pão ciabatta (aquele espalmado que não tem quase miolo)

2- cortar uma boa mozarella (gostamos da marca branca do Jumbo/Auchan - melhor que muitas burrattas que já comprámos) em rodelas, juntar rúcula selvagem e tomate cherry  maduro e regar tudo com um fio de vinagre balsámico.  Muito cuidado com as imitações de vinagre balsámico. A maioria (mesmo de marcas italianas) só tem corantes para ficar com aquele tom. Leiam bem os rótulos.

3- embrulhar em papel pardo ou de ir ao forno e já está! Super difícil, não é?

4- Acompanhada com um copo de vinho tinto ou uma cerveja gelada é uma delícia.





Tiramisú em copo:





Ingredientes
500 gr de queijo Mascarpone (usamos geralmente Galbani)
5 ovos
3 colheres de sopa de açúcar mascavado
1 pacote de bolachas digestivas
2 chávenas de café forte sem açúcar
4 colheres de sopa de Marsala (vinho doce italiano)ou Vinho de Carcavelos
Cacau em pó sem açúcar (100% cacau)


Instruções

  1. - Separar as gemas das claras.
  2. - Bater as gemas com o açúcar até a mistura ficar esbranquiçada.
  3. - Adicionar o queijo Mascarpone, o vinho (fica maravilhoso com vinho de Carcavelos, caso não encontrem Marsala) e misturar bem.
  4. - Bata as claras em castelo e juntar lentamente ao preparado anterior.
  5. - Misturar o café frio às bolachas digestivas reduzidas a pó (usamos a velhinha 1,2,3 da Moulinex)  no fundo dos copos 
  6. - Cobrir a massa das bolachas com café com o preparado anterior.
  7. - Deixar repousar no frigorífico durante pelo menos 5 horas (o ideal é deixar repousar 12 horas).
  8. - Antes de servir, polvilhar o Tiramisúù com o cacau em pó usando uma peneira e colocar umas framboesas. E deliciem-se!

                                        

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Receita de Bolo de fubá cremoso e ricotta


Este é um daqueles bolos que cheira e sabe a  Brasil... a "café da manhã" de novela da Globo, ambiente confortável e horas infinitas à mesa do pequeno-almoço ou lanche.


        
É delicioso, fácil de fazer e fica super cremoso.

Ingredientes do Bolo de Ricotta  e Fubá:



– 1 embalagem de Ricotta ou requeijão
– Meio litro de leite
– 1 + 1/2 chávena de fubá (farinha de milho)
– 1 chávena de açúcar mascavado
– 4 ovos
– 2 colheres de sopa de farinha de trigo
– 2 colheres de sopa de manteiga
– 1 colher de sopa de fermento
– 4 colheres de sopa de coco ralado ou lascado

Pré-aqueça o forno a 180 graus.

Unte e enfarinhe uma forma com furo central.
Numa tigela, misture o leite e os ovos e bata até ficar homogéneo.
Acrescente o fubá, o açúcar, a farinha e a manteiga e bater com um fouet até ficar uma mistura lisa.
Acrescentar a ricotta, o coco ralado e o fermento e misturar até ficar homogéneo.

Transferir para a forma e assar no forno por 40 minutos.


Sirvam o bolo com um café fumegante, um sumo natural e deleitem-se...





quinta-feira, 7 de abril de 2016

A origem da piñata: ibérica, chinesa ou asteca?





Há quem diga que a Piñata, também conhecida como Pichorra, é uma tradição da Península Ibérica que teve a sua maior projecção nos países de língua espanhola, especialmentel no México.
Geralmente afirma-se que os chineses talvez tenham sido os primeiros a usar algo parecido com a piñata como parte de sua celebração do Ano Novo e que marcava também o início da Primavera. Criavam formas de  vacas, touros e búfalos revestidas de papel colorido e cheias de cinco tipos de sementes e usavam bastões coloridos para as partir. O papel decorativo que as cobria era queimado e as cinzas juntadas e guardadas para dar boa sorte ao novo ano.
Pensa-se que no século XIII,  Marco Polo trouxe consigo a “piñata” ao voltar da China para Itália. Ali ela adquiriu o seu nome actual, da palavra italiana pignatta, (pote de barro frágil), e passou a ser enchida com quinquilharias, jóias ou doces, em vez de sementes, na altura da Primavera.
 A tradição espalhou-se então para a Espanha, omde partir a piñata tornou-se um hábito no primeiro domingo da Quaresma.

No início do século XVI, os missionários espanhóis levaram a piñata para o México. No entanto, os missionários ficaram muito surpreendidos ao descobrir que os nativos do México já tinham uma tradição similar. Os astecas comemoravam o aniversário de Huitzilopochtli, o seu Deus do Sol e da Guerra, colocando um cântaro de barro num poste no seu templo no fim do ano.  Enfeitavam o cântaro com penas coloridas e enchiam-no com pequenos tesouros. Depois partiam-no com um bastão e os tesouros que caíam eram oferecidos a Huitzilopochtli. Os Maias também tinham um cerimonial semelhante em que participantes de olhos vendados batiam num cântaro de barro suspenso por uma corda.
Como parte de sua estratégia para evangelizar os índios, os missionários espanhóis  usaram a piñata para simbolizar, entre outras coisas, a luta do cristão para derrotar o Diabo e o pecado e passaram a ser  partidas durante o tempo do Advento nas “Fiestas de las Posadas”.
A piñata tradicional era um cântaro de barro revestido de papel colorido e em forma de estrela com sete pontas enfeitadas. Dizia-se que estas representavam os sete pecados capitais: avareza, gula, preguiça, orgulho, inveja, ira e luxúria.
O colorido representa as tentações que atraem a atenção do bom cristão. Golpear a piñata de olhos vendados representava a fé incontestada e a força de vontade que vencem a tentação e o pecado. Os brindes dentro da piñata eram a recompensa, a graça que se recebe com o perdão dos pecados.

No México, ainda hoje, quando uma pessoa bate na "Piñata" para a partir, é costume cantar-se a seguinte canção:
Dale, dale, dale, no pierdas el tino, porque si lo pierdes, pierdes el camino. 
Dale, dale, dale, no pierdas el tino, mide la distancia que hay en el camino.
Dale, dale, dale, no pierdas el tino, porque si lo pierdes, pierdes el camino. 
Dale, dale, dale, dale y no le dio, quiten le el palo porque sigo yo.
Com o passar dos anos, as pinãtas perderam o seu “carácter religioso” e são indispensáveis nas festas de aniversário e em todas as ocasiões festivas. 
De facto, as piñatas tornaram-se tão tradicionalmente mexicanas que o México até as exporta para outros países.


Em Cuba a tradição das "Pinhatas" é imprescindível em festas infantis, onde as "Piñatas" não são destruídas com um pau, mas na parte inferior são afixadas cordas. As crianças em simultâneo puxam de uma corda cada um, e assim que um adulto dá sinal, descola-se a base da "Piñata", da qual saem doces, caramelos, "confettis" e pequenos brinquedos.

No Brasil a tradição instalou-se no Nordeste, mais precisamente nos estados da Bahia, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. Com o nome de Quebra Pote ou Quebra Panela, a brincadeira restringiu-se ao período das festas Juninas (o equivalente às nossas festas dos Santos Populares)– Santo António, São João e São Pedro. Ergue-se, normalmente, num canto do arraial uma trave, colocando o pote no meio. Ao contrário do que acontece no México, a brincadeira no Brasil é aberta a crianças, adolescentes e adultos, todos vendados ou com máscaras.
E nós lembramo-nos de ver esta tradição nos livros do “Chico Bento”.
Em Portugal, não nos lembramos de nenhuma tradição de piñata, mas ainda no ano passado, em pleno São João se comemorou uma tradição verdadeiramente medieval e criminosa da “queima do gato” no pote de barro., semelhante a uma tradição dinamarquesa que morreu há 2 séculos...
E como o sagrado e o profano andam sempre associados, há uma tradição na Dinamarca chamada “Fastelavn” que começou perto do ano 1500 e que marcava o início da quaresma, mas tinha origem pagã. 
Representava o fim do inverno e dos males que este trazia. O gato preto simbolizava o inverno e o mal e por este motivo, nesta celebração, até princípios do século XIX era costume colocar um gato vivo dentro de uma piñata e fazer com que ele saísse por meio de golpes, com intuito de afugentar a escuridão e o mal.
Mas esta tradição morreu há 2 séculos. 
Desde então, utilizam uma piñata e, obviamente, sem gato.

Mas tradições profanas à parte, não podemos acabar este longooo post sem falar das piñatas mais bonitas do mundo…e são feitas em Portugal!

 Meninas e meninos, conheçam o trabalho formidável da  Piñata Colada!

Não são absolutamente fantásticas?








terça-feira, 5 de abril de 2016

Um piquenique à inglesa.


Não sei se é porque já não aguentamos chuva, frio e vento, por estarmos fartos de más notícias ou simplesmente por andarmos a ver a última temporada de Downtow Abbey ao serão...

Mas aquilo que nos apetecia mesmo, mesmo era isto: um piquenique à inglesa, servido a rigor, num belo jardim e, obviamente, junto do palacete. Afinal, apesar de sermos  índios e cowboys, não temos o mínimo perfil para escuteiro ou campista...

Seja piquenique, casamento, festa de aniversário, que venha o sol, o champagne e os morangos e tudo a a que temos direito num cenário inspirador e digno de série da BBC!

Enjoy!
                   

  Fortnum and Mason picnic:



      F Hamper strapped to a Morgan car - lets go for a picnic!:






      













                    

                   













 A Fortnum and Mason picnic basket:

Retro-Boho-Wedding-Baxby-Manor-UK-24

Todas as imagens via Pinterest

         


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