quarta-feira, 31 de julho de 2013

Acampamento para pequenos índios


Uma delícia estas fotografias da Mariana Sabido, uma das nossas fotógrafa preferidas que sabe captar como ninguém momentos únicos e com uma luz verdadeiramente mágica.


Deliciem-se com estes pequenos índios que parecem saídos directamente da Terra do Nunca do Peter Pan.

Bem-vindos à Terra um eco-camping à séria!



 
 
 
 
 
 
 
 
 Todas as fotografias via Mãe 360ºde Mariana Sabido

terça-feira, 30 de julho de 2013

Amarelo para recém-nascidos


A tradição diz que amarelo é uma cor de bom augúrio para os bebés recém-nascidos.
Que devereremos vestir ou rodear os bebés desta cor tão especial.

Nós somos suspeitos, porque como bons índios veneramos o amarelo e dourado do grande astro-rei, o Deus Sol...

De acordo com os especialistas em cromoterapia e simbologia da cor, o amarelo (ou dourado) dá vivacidade, alegria, desprendimento, leveza. Produz desinibição, brilho, espirituosidade e espiritualidade. Atrai dinheiro e poder. Atrai pessoas alegres para a sua vida, rejuvenesce e traz charme; constrói confiança, dá poder de persuasão, energia e inteligência. Traz luz para a solução de problemas, ajuda a reter conhecimentos e desenvolver a sabedoria.  O Amarelo simboliza: criatividade, as ideias, o conhecimento, alegria, juventude e nobreza.O Dourado simboliza: vibração elevada, vigor , inteligência superior e nobreza. 

Querem ainda mais motivos para começar a procurar peças em amarelo para o vestuário ou decoração dos quartos dos bebés?

Numa altura em que imperam os azuis para os meninos e cor-de-rosa para os meninas e quase desapareceram os amarelos e verdes porque já ninguém espera até ao nascimento para saber o sexo do bebé, resgatamos estas sugestões tão aconchegantes e tão vintage.

 



                                        

                        


  
 







                    

 










 



segunda-feira, 29 de julho de 2013

Eu quero uma Casa na Praia...


Assim, simples e rústica como esta.
 

 Por acaso, fica num dos lugares mais caros do planeta, perto desta que estava  à venda e de que falámos aqui.

 Mas o preço do m2 da região foi concerteza um pormenor sem grande importância para o seu actual proprietário, Thierry Moriceau.


Ex-executivo do banco JP Morgan em Paris, o pobre Thierry teve a difícil missão de  sair pelo mundo em busca de um lugar maravilhoso e único para morar. 

Parece que chegou a Trancoso, na Bahia, em 2007 e caiu de amores pela cidade. Três anos depois, comprou a casa que pertenceu ao ceramista João José Calazans.

 “Queria um refúgio conectado com o movimento cultural da cidade e localizado relativamente perto da praia”, diz o francês, que hoje vive exatamente onde sonhou.

E não nos parece nada mal, Monsieur Thierry...

E agora, um segredo que fica entre nós....o Thierry de vez em quando tem de vir à Europa e aluga a sua casa.

 É só uma pena os preços não serem nada simples...













  
Fotografias via Casa Claúdia


quinta-feira, 25 de julho de 2013

Índio e Cowboy do mês: Cristiana Resina



Esta menina é a Cristiana.


 


A Cristiana queria ser fada, mas descobriu que já não havia vagas e ficou dividida entre ser estilista ou psicóloga. 

O tempo passou e a Cristiana cresceu, mas mantendo sempre o seu ar e jeito de menina, começou a criar peças provenientes do mundo das fadas para alegrar a casa de muitos meninos e meninas por esse mundo fora.
 











E nós achamos que quem tem o dom de dar tanta cor e alegria a estes espaços, tem definitivamente, pós mágicos nas suas asas e uma  varinha de condão.

E qual é o nosso trabalho preferido?




 Sem dúvida, o mural das casinhas que só nos faz lembrar um pintor que adoramos e que tem um magnífico painel de azulejos na Av. Infante Santo em Lisboa.



Podem  ver mais imagens do  colorido universo da Cristianaem www.cristianaresina.com

E é com esta menina que iniciamos uma nova rúbrica mensal que só poderia ter o nome de “Índio e Cowboy do mês”!


“ÍNDIO E COWBOY” DO MÊS: CRISTIANA RESINA

1.      O que queria ser quando era criança?
R: Quando era muito pequenina, sonhava ser uma fada. Dessas que vivem nas flores e têm asas cheias de purpurinas.
Mas depois descobri que já não havia vagas e queria ser estilista ou psicóloga. 

2.      Melhores memórias de infância?
R: As brincadeiras com o meu irmão que é um ano mais novo. Inventávamos imensas brincadeiras, em que desenhávamos mapas e partíamos para aventuras incríveis. Ou quando enchíamos as mãos de amoras e depois fazíamos gelados. Ou ainda quando estava a chover e ficávamos horas no quarto a construir cidades com peças de madeira (os dons de Froebel) e a lanchar panquecas com batidos de banana.
Tivemos a sorte da minha mãe ser educadora de infância e do meu pai adorar histórias e livros. Nunca faltavam pretextos para aproveitarmos a infância ao máximo.

3.      Livro infantil preferido?
R: Adorava a coleção da Anita (quem é que não adora?!), que ainda guardo. Também adorava um livro chamado “Um dia em cheio” (Gyo Fujikawa). Ficou para os meus filhos, apesar de já estar muito velhinho e cheio de fita cola. Mas tem ilustrações maravilhosas e as pequenas histórias/versos/lengalengas são irresistíveis.

4.      Filme infantil preferido?
R: Muitos. Era e sou viciada em filmes... Mary Poppins, O Feiticeiro de Oz, Música no Coração... Dos desenhos animados, Ana dos Cabelos Ruivos, Candy Candy, Abelha Maia, Dartacão...

5.      Música infantil preferida?
R: O Avô Cantigas, os Queijinhos Fresquinhos, e as músicas dos filmes e desenhos animados.

6.      Brinquedo preferido em criança?
R: Uma ovelhinha de peluche que, de ano para ano, ia ficando mais velha e gasta. Apesar de todas as tentativas da minha mãe para a deitar fora, ela resistiu ao tempo e ainda hoje está quarto da minha filha!
Uma boneca que era parecida comigo, a quem a minha mãe cortou o cabelo da mesma forma do que o meu e para quem a minha mãe avó faziam roupas parecidas com as minhas.
Legos!!!

7.      Brincadeira preferida em criança?
R: Fazer construções com os dons de Froebel e depois brincar nelas com bonequinhos de borracha.
Explorar os campos com o meu irmão e os nossos mapas.
Mascararmo-nos e imaginar teatros onde, juntamente com os peluches e bonecas, éramos protagonistas.  Depois, apresentá-los à família e outras “vítimas” disponíveis.

8.      Se pudesse voltar a ser criança o que faria?
R: Revivia tudo com o máximo de intensidade possível, pois saberia que, quando crescemos, é mais difícil acreditar em magia.

9.      Fontes de inspiração para o trabalho e para a vida?
R: Os meus filhos. Para o trabalho, pois adoram participar nele e fazem-me mergulhar na infância com mais intensidade. Para a vida, pelo modo simples e genuíno com que a vivem. Ensinam-nos a relativizar as coisas e aproveitar o aqui e agora.

10.  Blogues e sites que segue habitualmente?
R: Infelizmente, nunca consigo seguir nada regularmente. Quando preciso ou me lembro, vou espreitar novos sites de que ouvi falar ou revisitar marcas e blogues que já conhecia.
Mas fiquei viciada no Índios e Cowboys e já não passo sem ele!!!
E também adoro seguir o Coisas de Pais da minha querida amiga Sara.


             Muito obrigado, Cristiana!
             E para o próximo mês teremos nova entrevista...

terça-feira, 23 de julho de 2013

Quando a cegonha trazia os bebés de Paris...



Em jeito de comemoração da chegada do royal baby e de todos os milhares de bebés anónimos mas igualmente royal para as suas famílias que nasceram ontem, hoje falamos de cegonhas.

Sim, cegonhas e bebés.



Já pensaram porque é ainda hoje se enviam cartões com o bebé no bico da cegonha a avisar o nascimento do bebé ou se coloca a cegonha com o bebé no topo do bolo do baptizado?
  
Ou porque é que a Pixar lançou recentemente esta magnífica curta-metragem?




E não podermos esquecer esta magnífica canção do Dumbo que começa exactamente assim: “Cegonha vem aí. Trazendo pra você. No céu já vai surgir. O mais lindo bebê.”



Mas, vamos então à história da nossa cegonha.

                            

É muito difundida a lenda segundo a qual a cegonha traz os recém-nascidos. Isto está obviamente ligado ao facto de ser uma ave  migratória, fazendo o seu vôo de regresso da longínqua África para a Europa no período do despertar da natureza, na Primavera. Daí a cegonha ser também  associada também à fertilidade, imortalidade e ser um sinal de bom augúrio.
E cuidado, meninas…há ainda crenças em certas regiões na Europa de Leste em que se diz que basta uma cegonha olhar para uma mulher para ela engravidar…

Por outro lado, a cegonha é uma ave dócil, protectora  e que dedica especial atenção e carinho especial às aves doentes ou mais velhas. Já na Antiguidade Clássica existia a Pelargonia e mais tarde “Lex Cionaria” - a Lei da cegonha que obrigava os filhos a sustentarem seus pais na velhice e punia severamente quem não a cumprisse.

E porque é que a cegonha traz os bebés de Paris?
Reza a história que tudo começou quando um par de cegonhas fez o seu ninho na chaminé de uma casa em Paris. Passado pouco tempo,  o casal que ali vivia ali teve um bebé e a notícia espalhou-se. E afinal, se Paris é a cidade do amor a lenda faz  todo o sentido… 

Há quem diga também que a história da cegonha se originou na Escandinávia. Os bebés nasciam em casa, e as mães para explicarem a chegada do novo membro da família, diziam que os bebés eram trazidos pelo bico da cegonha.  E agora o pormenor mórbido, bem ao humor nórdico: para as mães justificarem aos filhos o descanso que tinham que ter depois do parto, diziam que as cegonhas antes de irem embora tinham picado a perna da mãe, razão pela qual ela tinha que descansar um dias .

Claro que nós preferimos a versão parisiense…e estamos rendidos a esta festa com direito a cegonha no topo do bolo e cheia de deliciosos pormenores vintage…

                            Vintage Stork Baby Shower
 

                          Vintage Stork Shower
                          
                         Tin Breadbox
          
                         Vintage Baby Bottle Warmer 
 
    Vintage Glass Baby Carriage

Mais fotografias da festa em Design Dazzle

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